segunda-feira, dezembro 11, 2017

Piratini anuncia projeto para antecipação do 13º
Anderson Rodrigues18:20 0 comentários


O Piratini anunciou que vai encaminhar à Assembleia Legislativa, nesta terça-feira (12), projeto que prevê o pagamento dos servidores do Executivo por meio de empréstimo bancário. Em sua conta oficial no Twitter, o governador José Ivo Sartori afirmou que "todos os funcionários públicos gaúchos terão acesso aos valores do 13º em dia e integralmente". No entanto, até o momento, o chefe do Executivo estadual não deu detalhes sobre como ocorrerá essa transação. 
O Piratini pretende pôr o projeto em votação no parlamento gaúcho na próxima semana, para que o valor esteja disponível integralmente na conta dos funcionários até o dia 20 — data limite para o pagamento do benefício. Caso o servidor não opte pela modalidade, seu 13º será parcelado em 12 vezes — medida semelhante à realizada no ano passado. 
"Amanhã (terça-feira) nossa equipe dará todos os detalhes envolvendo esse projeto. Vamos seguir fazendo de tudo para arrumar a casa e construir um novo Estado. O Rio Grande do Sul tem um caminho para vencer a crise e recuperar a esperança", escreveu Sartori.
O anúncio do governador ocorre em meio às incertezas que cercam o pagamento do 13º na reta final do ano, época em que a entrada de receitas extraordinárias nos cofres do Estado é escassa. A venda de parte das ações do Banrisul era encarada como uma das alternativas para honrar o compromisso e outras despesas, como a folha do funcionalismo.
No entanto, na semana passada, o Piratini recuou e decidiu adiar o processo. Na ocasião, em conversa com GaúchaZH, o secretário estadual da Fazenda, Giovani Feltes, admitiu que o pagamento do benefício "subiu no telhado" com o cenário atual das contas públicas.

 Página do Governador no Twitter

Em 2015, Sartori ofereceu duas opções ao funcionalismo: receber o 13º via empréstimo no Banrisul ou parcelado em seis meses. No ano seguinte, o Tribunal de Contas do Estado (TCE) considerou irregular o financiamento no banco estadual, por ferir a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Com isso, em 2016, o 13º acabou sendo parcelado em 12 meses. Caso a antecipação do benefício junto ao banco se confirme, o Piratini estaria descumprindo recomendação da Corte.

domingo, dezembro 10, 2017

CRISE NAS FINANÇAS DO ESTADO - PARTE III
Anderson Rodrigues09:22 0 comentários

Por: Rafael Beltrame
Vice Presidente da Associação de Cabos e Soldados PMs


Cabe aqui lembrar ao leitor, para que não caia no esquecimento, que estamos diante de um governo que desrespeita e falta com o seu povo. Engana e tenta manipular os dados da realidade que é uma só! Não bastasse tudo o que tem promovido desde que assumiu o comando do Estado, esse governo que aí está explora a boa-fé e alimenta falsas expectativas na juventude gaúcha. Convoca um concurso público quando não consegue pagar a folha dos que já fazem parte da máquina pública. Como gaúcho e atento aos índices de violência que afetam nossas vida sei da necessidade de reforço imediato da tropa, em números expressivos. Por outro lado, me questiono: por que razão os aprovados do último concurso não foram chamados, nomeados e encaminhados para o curso de formação, na sua totalidade?! Quem tendo a responsabilidade de representar um povo e fazer por ele o melhor possível com todas as ferramentas a disposição sem medir esforços, brinca com a esperança das pessoas?! Esse é o Sartori, cujo partido era o Rio Grande..... Governador antes de enganar outros jovens fazendo com eles o que fez com os do último concurso, nomeie os aprovados ainda na expectativa e esperança da tão almejada nomeação. Seja uma única vez honesto com alguém em sua vida que nenhuma diferença tem feito ao povo gaúcho!!! Chega de trapaças e mentiras!!!


Assessoria de comunicação-ACSJAR

CRISE NAS FINANÇAS DO ESTADO - PARTE II
Anderson Rodrigues09:16 0 comentários

Por:  RAFAEL BELTRAME
Vice Presidente da Associação de Cabos e Soldados PMS - JAR


Ao vermos essas viaturas, uma única constatação que nos é possível fazer e que nos induz a esquecer o contexto que estamos vivendo é que elas, sim, são "luxuosas" e oferecem aos profissionais o conforto que eles merecem - pois a maioria, senão a totalidade, trabalha em condições que não são as ideias. Mas não percamos de vista o que nos interessa: o ato, a decisão, o contexto em que elas são adquiridas. Analisemos primeiramente que são veículos de valor e manutenção caros. Agora tudo são flores! Mas e depois? Outro ponto, não menos importante, é: quantos veículos de menor valor poderiam ter sido adquiridos com o valor de apenas um de cada veículo dessa nova frota?! Terceiro ponto: o Estado não estava sem dinheiro?! Necessariamente tem alguma coisa errada acontecendo e a conta simplesmente não fecha! Não paga os salários que, ainda hoje, 09/12/2017, estão pendentes (ATRASADOS), alegando que não tem dinheiro. Já declarou que "não sabe" o que fazer (piada) nem de onde vai tirar dinheiro para pagar o 13° salário dos servidores. No judiciário uma enxurrada de ações contra o esse governo de "mágicos" e pilantras. Mas para fazer essa compra da Toyota o dinheiro, que "não existia" , como um truque de mágica, apareceu! Estranho não é mesmo?! Será que ele subestimou a inteligência dos servidores da Brigada Militar (apostando certamente na fama do brasileiro de possuir memória curta) e achou que eles esqueceriam que não apenas não receberam o salário de novembro, mas que por mais de 30 meses estão recebendo de forma precária e parcelado seus salários?! Isso já não é mais apenas deboche como fez com os professores à época da campanha dizendo ao ser questionado sobre o "piso" da categoria que os mandaria para Tumelero. Isso agora é falta de respeito! É falta de pudor. De vergonha na cara. Indecência e desonestidade. Quem mais além da Toyota ganhou com essa negociação justamente em momento de um "severa crise nas finanças do Estado". Eu entendo que o momento que o país atravessa é péssimo e que vai ficar registrado na história. Entendo que devemos consumir com mais responsabilidade, consciência e que devemos evitar gastos desnecessários, em toda e qualquer situação. Mas a crise tal qual ela é vendida, é uma ficção. É para "inglês ver"! Ninguém é louco o bastante para rasgar ou queimar dinheiro - ele está aí entre nós extremamente mal distribuído ou sendo desviado pelos políticos oportunistas de ocasião, sempre de plantão e a espreita, vorazes por um chance de fechar um novo "negocinho" nos bastidores dos gabinetes país afora. A gasolina sobe de preço há várias semanas. O gás está mais caro, assim como a luz! Estamos sendo massacrados pagando cara pra viver! E agora, acharam que iríamos aplaudir essa pouca vergonha?! Vou aplaudir se o Ministério Público passar a limpo como, quem e de que maneira essas viaturas foram adquiridas por este governo em plena "crise" na qual vem se escudando para faltar ao funcionalismo, humilhar e rebaixar o moral da tropa! Se eram realmente necessárias, por que foram escolhidos veículos de alto valor no mercado em detrimento dos que usualmente a corporação utiliza no policiamento ordinário? A essas perguntas ao MP, ao tribunal de contas e, principalmente, ao povo que é quem paga essa conta o governador haverá de dar explicações capazes de convencer, pois a mim não convence, nem engana!






Comunicação Social - ACSJAR


CRISE NAS FINANÇAS DO ESTADO - PARTE I
Anderson Rodrigues08:57 0 comentários

Por: Rafael Beltrame
Vice Presidente da Associação de Cabos e Soldados PMs - JAR


Eu realmente concordo que todos os policiais do país merecem melhores condições de trabalho. Melhores armamentos, melhores viaturas, melhores SALÁRIOS....Opa, por falar em salários convém lembrar que aqui no Estado do Rio Grande do Sul os servidores da Brigada Militar ainda não receberam seus vencimentos referentes ao mês de novembro. O motivo alegado? Falta de dinheiro nos cofres do Estado! Pasmem vocês! É exatamente esse o motivo de os servidores não terem recebido seus vencimentos: falta de dinheiro. Culpa da "crise"....Os gestores investidos momentaneamente do poder executivo, forjam de há muito, a tal "crise financeira" (nos moldes como ela é vendida) para lucrar com ela! Estratégia óbvia que o mais tolo dos mortais é capaz de enxergar. Pois, ao dizer que não possui dinheiro ele cria um problema para o servidor, e uma forma de gerar receita fácil, e também criminosa! Explico: dessa forma o servidor encurralado tem duas alternativas da qual não escapa. A primeira é antecipar o salário, operação que tem custo e o Banrisul - que é do Estado -, lucra! A segunda, é que se não optar por essa "vantagem" ele, o trapaceado servidor, cai no cheque especial pois muitas compras são realizadas no banricompras e, quando bater a data, vai ser descontado da conta que está vazia pois o governador não pagou dizendo que o Estado não possuía recursos. Mas nessa hora, ali estará "disponível" o limite do cheque especial e é dali que sai o dinheiro (e o lucro). Resultado: bingo! Juros de 12,9% a favor do banco (e do Estado) que ganha de qualquer forma, sempre!!!

domingo, dezembro 03, 2017

CERIMÔNIA DE POSSE DA NOVA DIRETORIA
Anderson Rodrigues18:31 0 comentários

O Soldado Tiago Rommel recebeu das mãos do Soldado Neimar a Diretoria da maior entidade representativa dos Praças Policiais e Bombeiros Militares da metade sul do estado


Soldado Neimar falando sobre a sua passagem pela ACSJAR

Na noite de quinta (30), na sede da ACSJAR, os convidados presenciaram a cerimônia de posse da nova diretoria da ACSJAR, para o triênio 2018-2020. O Soldado Neimar deixou a presidência da ACSJAR para ocupar a função de Conselheiro Fiscal, para seu lugar na presidência assumirá a chapa eleita em outubro deste ano encabeçada pelo Soldado Tiago Rommel no de presidente e como vice-presidente o Soldado Rafael Beltrame.
O Soldado Neimar saiu satisfeito e feliz após a passagem dos três anos à frente da ACSJAR, com a certeza de ter feito uma excelente gestão, mesmo enfrentando muitos desafios como o parcelamento dos salários dos servidores públicos. O soldado Neimar relembrou as manifestações realizadas pela ACSJAR em Pelotas e em Porto Alegre e que mesmo enfrentando um cenário hostil no qual os ânimos estavam à flor da pele conseguiu impor o seu modo de conduzir os manifestos de forma pacífica e ordeira.
O Soldado Rommel pediu apoio aos associados, as autoridades presentes para que se somem a sua gestão e que desta forma possa dar segmento a boa gestão anterior. O novo presidente apresentou alguns pontos que elegeu como prioridade como: a construção e manutenção de uma área de lazer para os associados, o desenvolvimento de projeto de assistência social e a manutenção do projeto fazendo arte destinado as esposas dos Policiais e Bombeiros militares. 
Estiveram presentes na solenidade,  jornalistas, os associados convidados e as seguintes autoridades:

 Comandante do CRPOSUL  

Tenente-Coronel Andrade 


Comandante do 4º BPM

Tenente-Coronel Peraqui 


Comandante Colégio Tiradentes de Pelotas

Major  Scherdien 


Diretor do SIMP

Torma


Presidente da ASSTBM

Tenente Paulo Reis


Coordenadora do Projeto Fazendo Arte

Maria


Presidente da Cooperativa Habitacional Nosso Lar

Taís Moraes


Secretário de Segurança do Município

Tenente Bruno


Vereadora(PSB)

Daiane Dias



VÍDEOS DA POSSE

PRESIDENTE DA COOPERATIVA HABITACIONAL NOSSO LAR
TAÍS MORAES DOMINGUES



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SOLDADO GALLAS É O TESOUREIRO DA CHAPA SD ROMMEL/SD BELTRAME


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PRESIDENTE DA ASSTBM TEN. PAULO REIS



O TENENTE BOMBEIRO MILITAR RR PAULO COLOCOU A SUA ENTIDADE A DISPOSIÇÃO DA ACSJAR E REFORÇOU A PARCERIA ENTRE AS DUAS ENTIDADES CLASSISTAS.
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 DIRETOR DO SINDICATO DOS MUNICIPÁRIOS DE PELOTAS (SIMP)  MÁRCIO TORMA 


Torma abordou em seu discurso a aproximação da ACSJAR com o Sindicato dos Municipários (SIMP) e desejou a manutenção desta grande parceria. 





quarta-feira, setembro 06, 2017

Sartori não cumpre promessa da posse e quase esgota saque de depósitos judiciais
Anderson Rodrigues20:01 0 comentários

Autor: Marco Weissheimer

Arte criada pela ACSJAR
O governo José Ivo Sartori (PMDB) efetuou, em agosto de 2017, o saque de R$ 121,5 milhões dos depósitos judiciais, informou nesta segunda-feira (4) o Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul. Os saques foram feitos nos dias 2 (R$ 11 milhões), 24 (R$ 95,5 milhões) e 31 (R$ 11 milhões), data do início do pagamento da folha do Poder Executivo. Neste dia, o governo pagou a primeira parcela, de R$ 350, do salário de agosto dos servidores do Executivo.
Segundo nota publicada no site do Tribunal de Justiça, o valor sacado em agosto (R$ 121,5 milhões) aproxima-se do valor total do duodécimo líquido repassado ao Judiciário, para encargos de pessoal, no mês de agosto.
Ao todo, informa ainda o TJ, o montante de depósitos judiciais sacado pelo Executivo já superou os R$ 10 bilhões: R$ 10.129.377.507,77. O governo Tarso Genro (PT) em quatro anos (2011-2014), utilizou cerca de R$ 5,8 bilhões dos depósitos judiciais. Após o saque efetuado pelo governo Sartori em agosto, restavam ainda R$ 120 milhões para atingir o limite de 95%, previsto como teto para os saques pelo Executivo.
O uso dos depósitos judiciais foi um dos temas polêmicos das eleições de 2014. A campanha do então candidato José Ivo Sartori, assim como a de outras candidaturas de oposição, criticou o governador Tarso Genro pelo que chamou de recurso abusivo aos depósitos judiciais, classificando tal postura como irresponsável, entre outros qualificativos. No entanto, em dois anos e oito meses de governo, José Ivo Sartori já ultrapassou largamente o governo anterior neste quesito. O volume de saques do atual governo também supera os verificados nos governos de Yeda Crusius (cerca de R$ 615 milhões) e de Germano Rigotto (cerca de R$ 1,4 bilhão)
Segundo dados do Banrisul, que administra a conta dos depósitos judiciais, no dia 31 de dezembro de 2014, último dia da gestão anterior, essa conta possuía um saldo de R$ 1,96 bilhão. Naquele momento, a legislação permitia saques de até 85% do saldo da conta dos depósitos judiciais. O governo Sartori aprovou um projeto na Assembleia Legislativa elevando esse índice para 95%. Agora, no início de setembro de 2017, restam apenas R$ 120 milhões para atingir o limite de 95% previsto pela lei.
O uso dos depósitos judiciais pelo atual governo contraria não apenas o discurso adotada na campanha eleitoral de 2014, como também o discurso de posse do governador Sartori, no dia 1° de janeiro de 2015, quando afirmou: “Não dispomos mais dos remédios usados em outras épocas: a inflação, as privatizações, o caixa único, os depósitos judiciais… Precisaremos ser criativos”.
Em setembro do mesmo ano, Sartori encaminhou à Assembleia o projeto que ampliou para 95% o percentual de saque dos depósitos. Na época, o governador disse que era uma “medida paliativa, mas compreensível diante da emergência”, pedindo apoio também para a proposta de aumento da alíquota do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). Essas duas medidas seriam condições para garantir o pagamento do funcionalismo em dia, argumentaram os líderes do governo. As duas propostas foram aprovadas, mas o parcelamento dos salários dos servidores permaneceu e se agravou, chegando ao recorde da parcela de R$ 350 paga no final de agosto.
Ao contrário do que havia anunciado na semana passada, o governo não pagará nesta terça-feira (5) a segunda parcela do salário dos servidores, no valor de R$ 170,00. A justificativa é que não teria conseguido arrecadar os cerca de R$ 60 milhões que seriam necessários pagar essa parcela.

Fonte: Sul21




sábado, setembro 02, 2017

Em entrevista a TVE, Sartori diz que parcelamento dos salários quase não existiu
Anderson Rodrigues16:00 0 comentários

QUASE NÃO EXISTIU? COMO ASSIM?


Marco Weissheimer

O governador José Ivo Sartori (PMDB) disse, em entrevista concedida ao programa Frente a Frente, da TVE, que, graças às medidas adotadas por seu governo nos últimos anos, o parcelamento de salários dos servidores públicos quase não existiu. A entrevista, gravada na casa do governo na Expointer, foi exibida na noite de quinta-feira (31) e será reprisada neste domingo (3), às 15h30min, na TVE, emissora da Fundação Piratini que Sartori quer extinguir. Ao falar sobre a situação econômica do Estado e sobre o parcelamento dos salários dos servidores, o governador disse:
“A gente faz aquilo que é possível, nas condições que você tem. Mesmo que a gente tenha salário parcelado, foi possível que esse parcelamento quase não existisse. Todos os parcelamentos foram, no máximo, a última vez, até o décimo quinto dia”.

Confira a entrevista concedia à TVE (clicando aqui)

No dia 30 de agosto, o governo Sartori confirmou o 21º parcelamento de salários de servidores de sua gestão. A folha de agosto dos servidores do Executivo começou a ser paga na quinta, com o depósito de uma parcela de R$ 350. Em julho, as parcelas começaram com R$ 650. A parcela anunciada na última quarta-feira é a mais baixa do atual governo.
Em função do novo parcelamento de salário, trabalhadores da educação de diversas cidades do Estado decidiram registrar boletins de ocorrência nas delegacias de polícia de seus municípios contra o governador José Ivo Sartori. Na tarde desta sexta-feira, segundo o Centro de Professores do Estado do Rio Grande do Sul (CPERS Sindicato) já havia centenas de registros confirmados, denunciando que Sartori vem descumprindo o artigo 35 da Constituição Estadual, apropriando-se de forma indevida dos salários dos educadores e dos demais servidores públicos do Estado.
Professores e funcionários do Colégio Júlio de Castilhos, o Julinho, estão convidando seus colegas das escolas da Zonal Azenha e demais interessados para uma atividade coletiva de registro de Boletins de Ocorrência na próxima segunda-feira (4), para de denunciar o novo parcelamento de salários. Uma concentração foi marcada para às 10 horas, em frente ao Julinho, de onde os servidores sairão em caminhada até o Palácio da Polícia.

Fonte: Sul21